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Edição em maio de 2017 garantiu visita a Google e ao Facebook e inovou com foco no comportamento humano e no conteúdo das empresas

Já pensou fazer uma viagem à Califórnia, nos EUA para conhecer o Vale do Silício e visitar as maiores empresas do mundo? Foi exatamente isso que a Missão Internacional de Negócios no Vale do Silício proporcionou em maio deste ano para um grupo de empresários que embarcaram nesta viagem rumo a novas descobertas e muito networking.

Foram três dias de imersão com, aproximadamente, quatro visitas por dia em empresas do ramo de tecnologia, educação e comunicação. Os participantes puderam se aproximar da mentalidade de negócios das organizações e conhecer um pouco mais da própria história do Vale do Silício que hoje é referência mundial do avanço tecnológico. As empresas mais requisitadas são sempre a Google e o Facebook e nesta edição de maio os participantes foram organizados em dois grupos: um com foco no comportamento humano e outro voltado para o conteúdo das organizações.

A ideia da imersão surgiu em outubro de 2013 quando André Biachi, idealizador do projeto, pensou em atividades direcionadas para um público que estava disposto a conhecer novas tendências de negócios, bem como aprimorar idéias e encontrar novas oportunidades.

Fazem parte desse público empresários, empreendedores, executivos, profissionais autônomos, universitários e colaboradores em sua maioria brasileiros. “Projetos como este tendem a trazer novos pontos de vista sobre o próprio negócio dos participantes, proporcionando reflexões sobre novos rumos”, afirma Bianchi. Para o organizador, em tempos em que os modelos de negócios tidos como tradicionais já não conseguem ter resultados como tinham no passado, em um futuro próximo, esses mesmos negócios podem ser influenciados ainda mais de forma negativa.

Diferencial da missão

Pedro Gadelha, também organizador do projeto, esclarece que embora seja importante conhecer a área de negócio de cada participante na viagem, a essência da imersão é estimular o contato com a mentalidade de negócios do Vale do Silício em sua totalidade. “As pessoas que atendo sempre querem visitar uma empresa específica que tem a ver com a área que atuam, mas o nosso interesse é promover uma viagem de negócios e não meramente o turismo. Sempre explico que tomamos cuidado para a viagem não se tornar mais turismo do que business”, esclarece Gadelha.

“Fui e recomendo”

O grupo que visitou o Vale em maio apresentou uma energia e união que contribuíram ainda mais com a visita e parte disso veio do contato prévio por meio de um grupo criado via WhatsApp. “A sinergia foi muito forte, o grupo já chegou lá bem unido”, comenta Gadelha.

Para o participante Marcelo Salomão, visitar Stanford, a Google, entre outras aceleradoras e startups foi bem importante. “A cultura de colaboração e retribuição é fantástica. Eles querem ajudar, pois são ajudados todos os dias a crescerem”, descreve Salomão fazendo referência a grandes motores do Vale como a universidade de Stanford e a Google. O modelo de mindset, para ele, foi a parte que mais interessou.

O Vale do Silício se tornou a região mais inovadora do mundo a partir dos anos 1950, quando empresas de tecnologia foram se aproximando da região atraídas por incentivos governamentais, bem como pela mão de obra qualificada próxima à universidade de Stanford. O nome em referência ao Silício nada tem a ver com a abundância do semi metal na região como se imagina, mas sim, faz alusão à matéria-prima fundamental para fabricação dos equipamentos eletrônicos.

Acha que acabou? Ainda não! Em setembro de 2017 vem aí uma nova imersão. Para saber mais sobre a próxima grande viagem clique aqui

Texto: Jornalista Gabriele Alves

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