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A robotização e a inteligência artificial impactarão diretamente a geração de empregos nas próximas décadas, mas algumas características dos seres vivos e a humanização receberão sua valorização. Para a Folha de São Paulo, Jaqueline Weigel afirmou que o humano será imprescindível.

“O futuro é virtual e presencial. Quando falamos de inteligência artificial, não falamos dela atuando sozinha”, declarou a futurista.

A chave do futuro deve ser a simpatia e a empatia do humano, principalmente no atendimento e negociação. Para Leonardo Berto, gerente de negócios da consultoria Robert Half, a humanidade deverá aprender a trabalhar ao lado da robotização e da inteligência artificial. “É o que vai fazer a diferença”, pontuou.

Ginni Rometty, CEO e presidente da IBM, afirmou para a Época que 100% dos empregos sofrerão mudanças e a transformação digital deve ser o maior desafio.

“Enfrentamos uma transformação iminente e profunda da força de trabalho nos próximos cinco a dez anos, à medida que o analytics e a inteligência artificial mudam os cargos de empresas de todos os setores”, destacou.

Outra área que está sendo valorizada é a do trabalho com tecnologia, já que o setor vêm crescendo freneticamente e não existem pessoas capazes para atuar nos 500 mil empregos disponíveis na área, segundo pesquisa da Future of Work da Consumer Technology Association.

Pelo mundo, algumas empresas já atuam aliadas à robotização e à inteligência artificial, como é o caso do restaurante com atendimento autônomo, EATSA; do supermercado automatizado Amazon Go e do barista robotizado na Cafe X. Estes locais já foram visitados pelos integrantes das Missões de Negócios ao Vale do Silício. Se você também gostaria de conhecer estes locais e entender como funcionam, inscreva-se na próxima missão!

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