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A discussão sobre a Uber na Europa teve uma decisão que foi ao contrário do que a empresa do Vale do Silício argumentava.

A decisão foi divulgada na quarta-feira, dia 20 de dezembro de 2017.

O Tribunal de Justiça a União Europeia considerou que a Uber não é só um serviço que associa e media a comunicação entre passageiros e motoristas espalhados pela cidade.

Mais que isso: a empresa do Vale do Silício presta um serviço de transporte assim com taxistas que se deslocam.

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Regulamentação da Uber

A Uber se posiciona alegando que presta um serviço de informação por conectar através do aplicativo motoristas e passageiros.

No entanto, a decisão no caso da União Européia abre espaço para que os países regulamentem o serviço.

Algo que inicia um descompasso entre os princípios da própria empresa de serviço particular.

Um das questões que provoca contradição e que apesar de usar esse argumento, a Uber utiliza uma legislação relacionado ao setor de transportes.

Ao mesmo tempo, ela não é dona de veículos. 

E sempre defendeu que era uma prestadora de serviços privados sem posse de carros.

Do Vale do Silício ao Brasil

No Brasil, a Uber foi bem recebida por usuários.

Em um ano, o serviço cresceu dez vezes em número de motoristas.

O número foi de 50 mil a 500 mil. 

O Estado de São Paulo possui 150 mil motoristas,

Enquanto isso o número de usuários já ronda a casa dos milhões, aproximadamente 17 milhões no Brasil todo.

Enquanto isso, a recepção feita por taxistas não foi semelhante a dos usuários à Uber.

O ano de 2017 foi marcado por manifestações dos taxistas que consideram a concorrência com a Uber injusta.

A presença da Uber, para alguns, seria causa da dimunição do serviço e do lucro dos tradicionais serviços de táxi.

Será?

E você, o que acha dessa situação?

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Abraço

IIN

 

 

 

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