Conteúdo histórico: este artigo registra informações da época da publicação. Datas, números e condições de edições anteriores não representam a oferta atual. Para organizar sua participação, consulte Pedro Gadelha nos links ao final.
Edição em maio de 2017 garantiu visita a Google e ao Facebook e inovou com foco no comportamento humano e no conteúdo das empresas
Já pensou fazer uma viagem à Califórnia, nos EUA para conhecer o Vale do Silício e visitar as maiores empresas do mundo? Foi exatamente isso que a Missão Internacional de Negócios no Vale do Silício proporcionou em maio deste ano para um grupo de empresários que embarcaram nesta viagem rumo a novas descobertas e muito networking.
Foram três dias de imersão com, aproximadamente, quatro visitas por dia em empresas do ramo de tecnologia, educação e comunicação. Os participantes puderam se aproximar da mentalidade de negócios das organizações e conhecer um pouco mais da própria história do Vale do Silício que hoje é referência mundial do avanço tecnológico. As empresas mais requisitadas são sempre a Google e o Facebook e nesta edição de maio os participantes foram organizados em dois grupos: um com foco no comportamento humano e outro voltado para o conteúdo das organizações.
Diferencial da missão
Pedro Gadelha, também organizador do projeto, esclarece que embora seja importante conhecer a área de negócio de cada participante na viagem, a essência da imersão é estimular o contato com a mentalidade de negócios do Vale do Silício em sua totalidade. “As pessoas que atendo sempre querem visitar uma empresa específica que tem a ver com a área que atuam, mas o nosso interesse é promover uma viagem de negócios e não meramente o turismo. Sempre explico que tomamos cuidado para a viagem não se tornar mais turismo do que business”, esclarece Gadelha.
“Fui e recomendo”
O grupo que visitou o Vale em maio apresentou uma energia e união que contribuíram ainda mais com a visita e parte disso veio do contato prévio por meio de um grupo criado via WhatsApp. “A sinergia foi muito forte, o grupo já chegou lá bem unido”, comenta Gadelha.
Para o participante Marcelo Salomão, visitar Stanford, a Google, entre outras aceleradoras e startups foi bem importante. “A cultura de colaboração e retribuição é fantástica. Eles querem ajudar, pois são ajudados todos os dias a crescerem”, descreve Salomão fazendo referência a grandes motores do Vale como a universidade de Stanford e a Google. O modelo de mindset, para ele, foi a parte que mais interessou.
O Vale do Silício se tornou a região mais inovadora do mundo a partir dos anos 1950, quando empresas de tecnologia foram se aproximando da região atraídas por incentivos governamentais, bem como pela mão de obra qualificada próxima à universidade de Stanford. O nome em referência ao Silício nada tem a ver com a abundância do semi metal na região como se imagina, mas sim, faz alusão à matéria-prima fundamental para fabricação dos equipamentos eletrônicos.
Texto: Jornalista Gabriele Alves
Missão e imersão no Vale do Silício com Pedro Gadelha
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